Sentimentos são sensações absolutamente particulares...
E cada um as sente de uma maneira, à sua maneira!
Mas eu me arrisco a falar sobre os meus e não a questionar os seus, nem tentar entendê-los, pois temos universos particulares dentro de nós, formados por nossas vivências, nossas dores e alegrias e o que tiramos delas.
Hoje estou satisfeita, tenho vivido sem aquela pressa toda que me sufocava, que me dava um aperto no peito e a sensação que algo me faltava, me afligia.
A ansiedade me governava, imperava em todos os meus movimentos e cada minuto era uma angústia de uma inquietude absurda.
Hoje eu mesma me questiono o porquê de tanta pressa, de tanta necessidade de correr, sem sair do lugar, pra chegar a nada, pois o que ganhei foi a perda, e isso é tão contrário, que nem sei se essa frase tem sentido... mas para mim tem!
Perdi tempo, saúde, alegria, relacionamentos, amor, qualidade de vida!
E hoje consegui colocar um freio em mim mesma, andar numa marcha mais lenta... e num texto que cita tantas vezes a palavra hoje, fica claro o que me importa é exatamente, evidentemente isso: o hoje, o agora, esse minuto, esse segundo, que tem que ser precioso, sagrado, intenso, lindo!
O que sinto agora é um amor maduro, mais altruísta, que não espera nada, um amor doado... E o bem tomou conta de mim de maneira tão intensa, que parece que fiquei até meio boba!
Tem gente que nem me reconhece mais...
Não importa, não vejo mal nenhum nisso, só não entendo às vezes, como isso pode incomodar!
Se eu pudesse prescrever algo para que você fosse feliz, receitaria isso, uma coisa bem simples: o bem gratuito! Aquele que a gente faz sem esperar nada, absolutamente nada em troca, nem reconhecimento, nem muito obrigado... nada!
Quando projetamos no outro qualquer coisa, nos frustramos, então pra que esperar algo das pessoas para que possamos ativar nossas áreas de felicidade?
Não podemos nós mesmos fazer isso por nós?
Não podemos nos alimentar do bem para sermos mais felizes?
Não podemos dar um bom dia com o coração aberto, desejando que a pessoa realmente tenha um bom dia, ao invés de ser um cumprimento automático?
Não podemos mudar nossas posturas?
Qualquer coisa, qualquer coisa que façamos por alguém, com intenções verdadeiras e com bondade, é uma semeadura do bem... e quem planta colhe!
De alguma maneira a colheita vem e um dia nos fartaremos nos frutos das boas sementes que plantarmos... então basta de pensamentos negativos, coisas tristes, maldades, vinganças, raivas e ódios, pois são sementes que plantaremos para nós mesmos e seremos então, dessa forma, os únicos prejudicados!
É a única lei desse universo: o equilíbrio!
E se nesse mundo existe tanto mal, vamos neutralizá-lo, com nossas ações benéficas, para que as coisas se reestabeleçam e haja um mínimo de harmonia.
As coisas estão se perdendo, existe um grande mal rondando e a nós cabe, não permitir a sua chegada em nossos corações.
Deixar o amor falar mais alto... ter paciência, resignação!
Exercícios diários e necessários, não custa tentar, um dia a gente consegue e quem sabe no outro também e assim por diante, até que se torne parte de nós diariamente!
Alexandra Mello
E cada um as sente de uma maneira, à sua maneira!
Mas eu me arrisco a falar sobre os meus e não a questionar os seus, nem tentar entendê-los, pois temos universos particulares dentro de nós, formados por nossas vivências, nossas dores e alegrias e o que tiramos delas.
Hoje estou satisfeita, tenho vivido sem aquela pressa toda que me sufocava, que me dava um aperto no peito e a sensação que algo me faltava, me afligia.
A ansiedade me governava, imperava em todos os meus movimentos e cada minuto era uma angústia de uma inquietude absurda.
Hoje eu mesma me questiono o porquê de tanta pressa, de tanta necessidade de correr, sem sair do lugar, pra chegar a nada, pois o que ganhei foi a perda, e isso é tão contrário, que nem sei se essa frase tem sentido... mas para mim tem!
Perdi tempo, saúde, alegria, relacionamentos, amor, qualidade de vida!
E hoje consegui colocar um freio em mim mesma, andar numa marcha mais lenta... e num texto que cita tantas vezes a palavra hoje, fica claro o que me importa é exatamente, evidentemente isso: o hoje, o agora, esse minuto, esse segundo, que tem que ser precioso, sagrado, intenso, lindo!
O que sinto agora é um amor maduro, mais altruísta, que não espera nada, um amor doado... E o bem tomou conta de mim de maneira tão intensa, que parece que fiquei até meio boba!
Tem gente que nem me reconhece mais...
Não importa, não vejo mal nenhum nisso, só não entendo às vezes, como isso pode incomodar!
Se eu pudesse prescrever algo para que você fosse feliz, receitaria isso, uma coisa bem simples: o bem gratuito! Aquele que a gente faz sem esperar nada, absolutamente nada em troca, nem reconhecimento, nem muito obrigado... nada!
Quando projetamos no outro qualquer coisa, nos frustramos, então pra que esperar algo das pessoas para que possamos ativar nossas áreas de felicidade?
Não podemos nós mesmos fazer isso por nós?
Não podemos nos alimentar do bem para sermos mais felizes?
Não podemos dar um bom dia com o coração aberto, desejando que a pessoa realmente tenha um bom dia, ao invés de ser um cumprimento automático?
Não podemos mudar nossas posturas?
Qualquer coisa, qualquer coisa que façamos por alguém, com intenções verdadeiras e com bondade, é uma semeadura do bem... e quem planta colhe!
De alguma maneira a colheita vem e um dia nos fartaremos nos frutos das boas sementes que plantarmos... então basta de pensamentos negativos, coisas tristes, maldades, vinganças, raivas e ódios, pois são sementes que plantaremos para nós mesmos e seremos então, dessa forma, os únicos prejudicados!
É a única lei desse universo: o equilíbrio!
E se nesse mundo existe tanto mal, vamos neutralizá-lo, com nossas ações benéficas, para que as coisas se reestabeleçam e haja um mínimo de harmonia.
As coisas estão se perdendo, existe um grande mal rondando e a nós cabe, não permitir a sua chegada em nossos corações.
Deixar o amor falar mais alto... ter paciência, resignação!
Exercícios diários e necessários, não custa tentar, um dia a gente consegue e quem sabe no outro também e assim por diante, até que se torne parte de nós diariamente!
Alexandra Mello