Ultimamente, o que me faz suportar as turbulências, é saber que elas são passageiras.
É tanta coisa, o peso é tão grande, que seria mais fácil tirar o corpo fora, como se fosse possível despir-se dele e ficar só com a alma e a calma.
Gosto do desabafo, escrever esvazia de mim, coisas ruins que vem tumultuar meus pensamentos, por isso despejo os restos com as palavras eufóricas de quem tem todos os dias, milhões de coisas para contar.
Todo o dia é uma aventura nova, como num jogo de vídeo game, que a cada fase, aumenta o nível de dificuldade... e você vai passando por todas elas. Tem sempre aquelas fases que a gente impaca, fica, revira, remexe, revolta e não sossega enquanto não consegue seguir adiante.
Ultimamente estou assim, não desisto mais tão facilmente das coisas que estão ali adiante, porque tenho certeza que o melhor está sempre por vir.
O melhor não precisa ser necessariamente o novo, afinal, estamos no mesmo jogo, o que inova as dificuldades, são os obstáculos, que se tornam cada vez mais densos, mais sombrios, mais complicados, mais tristes, machucam mais, mas sério... depois que você passa assim por tanta coisa, você tem a noção da sua força e de tudo o que você é capaz e começa a achar que realmente aquilo ali não era difícil não.
E passou, tudo passa!
São estágios, ciclos, níveis, etapas ou qualquer coisa assim.
Embora hoje eu esteja me achando um pouco incapaz de dar conta dessa fase, sei que é só uma fase... fase hard, muitas coisas juntas, mas já aconteceram coisas assim ou piores antes.
Grana, maldita e abençoada, que a gente tem que dar cria pra levar uma vida legal, poder se socializar, se inserir no capitalismo aprisionador de almas pobres e ricas e consumistas, etc... Ganhar o pão, pois quem vive come e quem não come passa fome e eu já passei da fase de curtir passar fome!
A saúde, essa as vezes nos dá altas rasteiras, inclusive hoje, vou aproveitar e fazer pelos outros o que fizeram por mim... vou ali em qualquer lugar doar meu sangue, ja que agora faz um ano que eu precisei de sangue anônimo para sobreviver.
Hoje estou bem e posso fazer por alguém esse ato tão simples e que é capaz de me deixar tão feliz... espero que eu consiga! Acho que vai dar certo, parece que realmente estou bem.
Minha mais amada pessoa desse mundo, está batendo asas, cresceu e está começando a romper os laços umbilicais tão fortes que nos uniram por quase 17 anos...
Em julho, vestibular e mudança para outra cidade, morar com o pai, estou hoje praticando o desapego, dela e por ela.
O meu coração é o gerador de energia da minha alma, ele produz uma onda de amor tão intensa, que posso amar, mesmo com todos os motivos do mundo para ter tudo contrário a esse sentimento, incluindo raiva e ódio.
Mas não, eu só tenho um desapontamento de ver tamanha diferença entre valores do lado de cá e do lado de lá.
Eu não posso nada, ele pode tudo e as vontades dele são superiores a tudo e a todos, aí você fica com o mérito de aceitar e se sujeitar ou ignorar e partir para outra.
Que eu faço? Ignoro, sempre... mesmo sabendo que posso entrar numa fria, numa gelada.
Porém agora, tudo o que eu faço é à distância, chega daquela vigília incessante de todos os dias, aquilo não me faz mais sentido e nem tem necessidade.
O que os olhos não vêem o coração não sente, o que me fere é o que imagina minha mente.
Enfim, eu fico sempre na dúvida... nunca sei o que realmente é verdade.
Crio histórias inteiras na cabeça, com início, meio e fim e não sei que versão está correta, minhas inventividades ou as palavras que a pessoa me diz como sendo verdades.
Enfim, hoje estou realmente triste, mas não desanimada, amanhã tem mais e não vale a pena se frustrar ainda porque o jogo não terminou e nem vai terminar.
Eu jogo pra ganhar, não importa o tempo que leve!
E não importa o quanto seja difícil, não admito derrotas minhas, mas as alheias, são permitidas para aqueles que não tem a coragem de lutar e persistir e persistir e persistir!
Inferno astral terminando em 5, 4, 3, 2, 1...
11 de maio, vem ne mim!!!
É tanta coisa, o peso é tão grande, que seria mais fácil tirar o corpo fora, como se fosse possível despir-se dele e ficar só com a alma e a calma.
Gosto do desabafo, escrever esvazia de mim, coisas ruins que vem tumultuar meus pensamentos, por isso despejo os restos com as palavras eufóricas de quem tem todos os dias, milhões de coisas para contar.
Todo o dia é uma aventura nova, como num jogo de vídeo game, que a cada fase, aumenta o nível de dificuldade... e você vai passando por todas elas. Tem sempre aquelas fases que a gente impaca, fica, revira, remexe, revolta e não sossega enquanto não consegue seguir adiante.
Ultimamente estou assim, não desisto mais tão facilmente das coisas que estão ali adiante, porque tenho certeza que o melhor está sempre por vir.
O melhor não precisa ser necessariamente o novo, afinal, estamos no mesmo jogo, o que inova as dificuldades, são os obstáculos, que se tornam cada vez mais densos, mais sombrios, mais complicados, mais tristes, machucam mais, mas sério... depois que você passa assim por tanta coisa, você tem a noção da sua força e de tudo o que você é capaz e começa a achar que realmente aquilo ali não era difícil não.
E passou, tudo passa!
São estágios, ciclos, níveis, etapas ou qualquer coisa assim.
Embora hoje eu esteja me achando um pouco incapaz de dar conta dessa fase, sei que é só uma fase... fase hard, muitas coisas juntas, mas já aconteceram coisas assim ou piores antes.
Grana, maldita e abençoada, que a gente tem que dar cria pra levar uma vida legal, poder se socializar, se inserir no capitalismo aprisionador de almas pobres e ricas e consumistas, etc... Ganhar o pão, pois quem vive come e quem não come passa fome e eu já passei da fase de curtir passar fome!
A saúde, essa as vezes nos dá altas rasteiras, inclusive hoje, vou aproveitar e fazer pelos outros o que fizeram por mim... vou ali em qualquer lugar doar meu sangue, ja que agora faz um ano que eu precisei de sangue anônimo para sobreviver.
Hoje estou bem e posso fazer por alguém esse ato tão simples e que é capaz de me deixar tão feliz... espero que eu consiga! Acho que vai dar certo, parece que realmente estou bem.
Minha mais amada pessoa desse mundo, está batendo asas, cresceu e está começando a romper os laços umbilicais tão fortes que nos uniram por quase 17 anos...
Em julho, vestibular e mudança para outra cidade, morar com o pai, estou hoje praticando o desapego, dela e por ela.
O meu coração é o gerador de energia da minha alma, ele produz uma onda de amor tão intensa, que posso amar, mesmo com todos os motivos do mundo para ter tudo contrário a esse sentimento, incluindo raiva e ódio.
Mas não, eu só tenho um desapontamento de ver tamanha diferença entre valores do lado de cá e do lado de lá.
Eu não posso nada, ele pode tudo e as vontades dele são superiores a tudo e a todos, aí você fica com o mérito de aceitar e se sujeitar ou ignorar e partir para outra.
Que eu faço? Ignoro, sempre... mesmo sabendo que posso entrar numa fria, numa gelada.
Porém agora, tudo o que eu faço é à distância, chega daquela vigília incessante de todos os dias, aquilo não me faz mais sentido e nem tem necessidade.
O que os olhos não vêem o coração não sente, o que me fere é o que imagina minha mente.
Enfim, eu fico sempre na dúvida... nunca sei o que realmente é verdade.
Crio histórias inteiras na cabeça, com início, meio e fim e não sei que versão está correta, minhas inventividades ou as palavras que a pessoa me diz como sendo verdades.
Enfim, hoje estou realmente triste, mas não desanimada, amanhã tem mais e não vale a pena se frustrar ainda porque o jogo não terminou e nem vai terminar.
Eu jogo pra ganhar, não importa o tempo que leve!
E não importa o quanto seja difícil, não admito derrotas minhas, mas as alheias, são permitidas para aqueles que não tem a coragem de lutar e persistir e persistir e persistir!
Inferno astral terminando em 5, 4, 3, 2, 1...
11 de maio, vem ne mim!!!
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