Bom dia, já vou filosofar cedo...
Dia cinzento, garoa, triste terça, prefiro o sol, os 30 graus, o caldeirão.
Mas assim está ótimo, para voltar para cama, deitar com que você ama, abraçar um corpo, respirar um pouco!
Mas não há nada aqui, nenhum dos meus amores, nenhuma pessoa.
Que solidão... como somos dependentes dos outros, de pessoas, do contato físico, do amor, da atenção, da palavra, da conversa, do riso!
As pessoas são nosso combustível sentimental, vivemos por elas, para elas, com elas.
Nos misturamos aos outros e não nos perdemos na multidão. Não... absorvemos coisas delas e entregamos parte de nós, numa troca singela, dócil, silenciosa e maravilhosa.
Acrescentamos em nós, o pensamento de alguns, a idéia de outros, o sotaque, o riso, as frases, as ideologias, criando nosso caráter embasado no que conhecemos do outro.
Não sei o que realmente é nosso, tudo é aprendizagem.
Talvez o que seja nosso mesmo, é nosso temperamento, nosso tempero, nosso gosto que diferencia cada um de nós.
As idéias surgem, como uma chuva torrencial, um pouco daqui, um pouco dali, nessa eterna fusão de vivenciamentos.
Sou a soma de cada pessoa que passou na minha vida e sou cada uma daquelas pessoas, pois que absorvi um pouco delas e a elas acrescentei um pouco de mim.
Minhas células estão por aí, espalhadas por cada canto em que derramei uma poeira de meus sintomas de viver, existir, sonhar e viver.
Cada um saberá onde eu estou contida nelas, sei onde cada um mora em mim.
Estão no meu coração, no meu amor, na minha alma e também na minha ira, no meus transtornos, nas minhas idas e nos meus retornos.
Cada um à sua maneira, é responsável hoje por minhas alegrias e minhas tristezas, pois que cada um moldou quem hoje eu sou, com partículas de quem eles eram!
Dia cinzento, garoa, triste terça, prefiro o sol, os 30 graus, o caldeirão.
Mas assim está ótimo, para voltar para cama, deitar com que você ama, abraçar um corpo, respirar um pouco!
Mas não há nada aqui, nenhum dos meus amores, nenhuma pessoa.
Que solidão... como somos dependentes dos outros, de pessoas, do contato físico, do amor, da atenção, da palavra, da conversa, do riso!
As pessoas são nosso combustível sentimental, vivemos por elas, para elas, com elas.
Nos misturamos aos outros e não nos perdemos na multidão. Não... absorvemos coisas delas e entregamos parte de nós, numa troca singela, dócil, silenciosa e maravilhosa.
Acrescentamos em nós, o pensamento de alguns, a idéia de outros, o sotaque, o riso, as frases, as ideologias, criando nosso caráter embasado no que conhecemos do outro.
Não sei o que realmente é nosso, tudo é aprendizagem.
Talvez o que seja nosso mesmo, é nosso temperamento, nosso tempero, nosso gosto que diferencia cada um de nós.
As idéias surgem, como uma chuva torrencial, um pouco daqui, um pouco dali, nessa eterna fusão de vivenciamentos.
Sou a soma de cada pessoa que passou na minha vida e sou cada uma daquelas pessoas, pois que absorvi um pouco delas e a elas acrescentei um pouco de mim.
Minhas células estão por aí, espalhadas por cada canto em que derramei uma poeira de meus sintomas de viver, existir, sonhar e viver.
Cada um saberá onde eu estou contida nelas, sei onde cada um mora em mim.
Estão no meu coração, no meu amor, na minha alma e também na minha ira, no meus transtornos, nas minhas idas e nos meus retornos.
Cada um à sua maneira, é responsável hoje por minhas alegrias e minhas tristezas, pois que cada um moldou quem hoje eu sou, com partículas de quem eles eram!
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